Probióticos do kefir e do iogurte como aliados da saúde

Probióticos são organismos vivos que trazem muitos benefícios à saúde. Equilibram a flora intestinal, controlam o colesterol e reduzem o risco de câncer.

Kefir e iogurte contêm o melhor dos
probióticos: os
lactobacilos vivos
que equilibram o funcionamento intestinal, impedem a multiplicação de bactérias nocivas, inibem a produção de toxinas, melhoram a digestão, fortalecem o sistema imunológico, além de prevenir o câncer de colón.

Uma dose diária de kefir ou iogurte é tudo de bom para nossa saúde.

Diferentemente do iogurte que é fermentado apenas por lactobacilos, o kefir é fermentado por mais de quarenta tipos diferentes de microorganismos em sua colônia, incluindo as leveduras (utilizadas na preparo de pão, cerveja, etc).

Os grãos de Kefir multiplicam-se conforme vão sendo cultivados, quanto maior a temperatura mais ativos ficam. São tradicionalmente doados e as orientações para seu cultivo são simples.

Pode ser misturado a frutas, mel e cereais e utilizado no preparo das receitas que tradicionalmente levam leite ou iogurte.

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22 agosto 2008

Abóbora grelhada com molho de tahine e kefir


Abóbora, abobrinha, jerimum. Abóbora, de qualquer jeito, me fascina. É versátil e saborosa. Como até crua. Como tudo na culinária, tem seus segredinhos. Na hora da compra, escolha abóboras de casca firme, sem rachaduras ou partes moles. Aproveite as sementes de abóbora para servir como um gostoso aperitivo. Basta levá-las ao forno para tostarem e temperá-lasdepois com sal.

Descobri muitas receitas com esse fruto e vou disponibilizá-las aos poucos no Madame Tapioca
Essa, por levar iogurte ou kefir no molho, decidi publicar aqui.


Salada de abóbora assada com tahine



1 pedaço de abóbora
azeite de oliva a gosto
sal e pimenta do reino moída na hora, para temperar
1/2 xícara (chá) de tahine
½ xícara de iogurte natural ou kefir
1 colher (chá) de cominho em pó (opcional)
1 dente de alho bem picadinho
suco de 1 limão grande
3 ½ xícaras de rúcula
1 punhado grande de salsinha – não use os cabinhos
1 colher (sopa) de sementes de gergelim preto
castanha de cajú torrada e salgada

Descasque a abóbora e corte-a em pedaços graúdos. Cortei em formato de meia lua. Pincele com azeite, tempere com sal e pimenta. Coloque os pedaços numa grelha  e doure dos dois lados, até que a abóbora fique ligeiramente macia. Deixe esfriar completamente.

Faça o molho: misture o tahine, o iogurte, o cominho, o alho e o suco de limão até obter uma pasta homogênea; tempere com sal a gosto. Se ficar muito espesso, acrescente um pouco de água filtrada (coloque de colher em colher) até obter um molho pastoso.


Misture a rúcula e a salsinha e coloque-as em uma tigela ou prato grande. Cubra com os pedaços de abóbora, acrescente uma colherada de molho e salpique com as sementes de gergelim e a salsinha picada. Como eu não tinha gergelim, usei castanha de caju para acompanhar. Sirva com a rúcula fresca lavada e esterilizada e regue com azeite de oliva extra virgem. Rend.: 4 porções

18 julho 2008

Sabores do Oriente Médio - Peixe Taratur

Peixe assado à moda Taratur com molho de tahini e nozes


Neta de sírios e libaneses por parte de pai, frequento a cozinha desde pequena, ajudando minha avó a preparar verdadeiros banquetes para a família. E olha que não é família pequena, era regabofe para mais de 30 pessoas, com direito a mesa de tábuas sobre cavaletes de madeira e bancos imensos, para acomodar todo mundo. Banquetes barulhentos, de uma farra gostosa, com todo mundo falando ao mesmo tempo. Tudo sem a menor cerimônia. Puro deleite. E gula. 

Objetos de decoração de origem árabe
Era difícil escolher o quê começar a comer, tamanha a fartura. E todas opções tentadoras, aromáticas, deliciosas. Precisava deixar espaço para provar de tudo um pouco, senão, no dia seguinte ficava só a saudade. Saudade também dessa geração de matriarcas e seus fogões incansáveis, lembranças de uma infância feliz.

peixe fresco

Sorte a minha, que adorava ficar com minha avó na cozinha, enrolando charutos de folha de uva, fazendo quibe, enchendo tripas de carneiro. Aliás, isso aterrorizava alguns e, invariavelmente, terminava em piadas e chacotas. Tinha sempre um engraçadinho chacoalhando uma tripa na cara horrorizada de um pobre mortal, pálido e sem graça. 

Esse peixe era parte integrante do cardápio. Uma delícia! Exótico e saborosíssimo.

Peixe assado à moda Taratur com molho de tahini

Peixe Taratur

1 namorado ou robalo inteiro limpo de cerca de 2 kg
sal e pimenta-do-reino a gosto
1 copo de coalhada fresca ou kefir
4 cebolas médias
1 xícara (chá) de azeite
1 dente de alho
2 limões
Molho Taratur:
1 xícara (chá) de tahine
2 dentes de alho espremidos na hora
sal a gosto
2 limões grandes com bastante suco
nozes picadas
salsinha e cebolinha picadas (opcional)

Lavar o peixe, fazer cortes pouco profundos nas laterais de ambos os lados e regar com o suco de limão. Temperar com o sal, a pimenta e o alho socado. Coloque num saco plástico e dê um nó na ponta. Deixe marinar em geladeira por uma hora, massageando delicadamente de vez em quando. Escorrer todo o líquido e colocar numa assadeira. Cobrir com a coalhada, um fio de azeite e levar ao forno médio durante 20/30 minutos ou até o peixe estar cozido. 

Enquanto isso, fritar as cebolas cortadas em rodelas finas no azeite até dourar bem, ficar da cor de caramelo. Quando o peixe estiver assado, colocar cuidadosamente numa travessa. Espalhar a cebola frita sobre o peixe. Regar com azeite. Enfeitar com rodelas de limão. Servir com o molho Taratur ao lado do peixe. Salpique as nozes, a salsinha e a cebolinha picadas sobre o molho. 

Molho: Coloque o tahine numa tigela, junte o suco de limão e sal. Misturar bem, acrescentando água aos poucos para formar um molho encorpado. Não há uma medida precisa porque tudo irá depender do tamanho dos limões.